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TSE discute limites para uso de “deepfake” e inteligência artificial na campanha

18 de ago.
1 min de leitura

Caso envolvendo avatar de Jair Bolsonaro pode estabelecer precedente para a eleição de 2026


Foto: Beto Barata / PL


Os ministros do Tribunal Superior Eleitoral discutem como as regras eleitorais devem ser aplicadas a conteúdos produzidos por inteligência artificial, especialmente aqueles capazes de simular imagem e voz de pessoas reais.


O debate ganhou força depois que um avatar de Jair Bolsonaro foi exibido na convenção do PL que oficializou a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro. O conteúdo trazia avisos de que havia sido produzido por inteligência artificial, mas foi questionado na Justiça Eleitoral.


As regras aprovadas pelo TSE para 2026 exigem identificação clara de conteúdos sintéticos e estabelecem restrições específicas para utilização de inteligência artificial e deepfakes na propaganda eleitoral.


A decisão sobre o caso poderá ajudar a definir os limites da tecnologia durante toda a campanha.

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