Internacional
Reúne notícias, comunicados, oportunidades e informações oficiais divulgadas por embaixadas e representações diplomáticas de diversos países no Brasil. Um espaço dedicado às relações internacionais, cooperação, cultura, economia, turismo e aos principais acontecimentos que aproximam o Brasil do mundo.

Obon Matsuri 2026 celebra a tradição e a cultura japonesa
Festival reúne música, dança, gastronomia e espiritualidade em uma das mais tradicionais celebrações da comunidade nipo-brasileira na capital
Brasília recebe, em agosto, mais uma edição do Obon Matsuri, tradicional festival japonês que reúne cultura, espiritualidade, música, dança e gastronomia. A celebração é uma oportunidade para o público conhecer e vivenciar costumes preservados ao longo de gerações pela comunidade nipo-brasileira.
Na cerimônia de abertura,no Templo Shin Budista, neste sábado 1º de agosto, teve a participação da embaixadora Kundhinee Aksornwong, da Tailândia, juntamente com os embaixadores do Japão, Nepal, Índia e Mianmar. O convite partiu de Keizo Doi, monge-chefe do templo. Na ocasião, os diplomatas inauguraram oficialmente o festival tocando o sino do templo dez vezes e proferindo discursos de abertura.
Em sua intervenção, a embaixadora Kundhinee Aksornwong destacou a importância do Budismo e a estreita cooperação entre a Embaixada Real da Tailândia em Brasília e o Templo Shin Budista. Ressaltou, ainda, que ambas as instituições já haviam colaborado na realização da cerimônia budista de mérito em memória dos 100 dias do falecimento de Sua Majestade a Rainha Sirikit, a Rainha Mãe, bem como em atividades de voluntariado promovidas no templo.
Apresentação
Realizado no Templo Budista de Brasília, o evento tem como um de seus principais momentos o Bon Odori, dança tradicional relacionada ao Obon, período em que as famílias japonesas homenageiam e reverenciam seus antepassados. Ao som de músicas tradicionais, os participantes se reúnem para dançar em torno de uma estrutura central, em um ambiente marcado pela confraternização e pelo respeito à memória.
Além das apresentações de Bon Odori, a programação inclui taiko, os tradicionais tambores japoneses, apresentações culturais, gastronomia típica, bazar e outras atividades que aproximam o público brasileiro das tradições do Japão.
A gastronomia é outro destaque do festival. Pratos e especialidades japonesas integram a programação e proporcionam aos visitantes uma experiência que combina sabores, costumes e tradições. O evento também oferece espaço para produtos e artesanato relacionados à cultura japonesa.
SERVIÇO
Obon Matsuri 2026 – Brasília
Local: Templo Budista de Brasília – 315/316 Sul
Período: agosto de 2026
Horário: das 16h às 22h
Atrações: Bon Odori, taiko, apresentações culturais, gastronomia japonesa e bazar.

Marrocos destaca parceria estratégica com o Brasil durante Festa do Trono
Embaixador Nabil Adghoghi ressalta crescimento do comércio, conectividade e novas oportunidades de cooperação entre os dois países
A parceria entre Marrocos e Brasil e as perspectivas de ampliação da cooperação bilateral foram destaque na celebração do Dia do Trono, 30 de julho, realizada pela embaixada do Marrocos em Brasília. O evento marcou também os 120 anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre os dois países.
Em seu discurso, o embaixador Nabil Adghoghi destacou o processo de modernização e abertura internacional do Reino e afirmou que “se Marrocos está transformando seu território hoje, acelerando sua abertura internacional e modernizando sua economia, é também porque possui uma visão que transcende suas fronteiras”.
Segundo o diplomata, essa visão coloca o espaço atlântico como uma área estratégica de “cooperação, prosperidade compartilhada e conectividade entre a África e as Américas”. Nesse contexto, ressaltou o potencial de aproximação com o Brasil, afirmando que os dois países têm “todo o potencial para estarem na vanguarda de iniciativas bicontinentais nas áreas de economia azul, segurança marítima e desenvolvimento sustentável”.
Adghoghi destacou a qualidade da parceria multidimensional entre Rabat e Brasília, marcada pelo diálogo político, pela coordenação em organismos multilaterais e pelo fortalecimento do marco jurídico bilateral. Entre as áreas com perspectivas de expansão, citou fertilizantes, aeronáutica, conectividade marítima e turismo.
O comércio entre os dois países também vem crescendo. A corrente comercial alcançou US$ 2,8 bilhões em 2025, tornando o Marrocos o terceiro maior parceiro comercial do Brasil na África. A retomada da ligação aérea Casablanca-São Paulo, operada pela Royal Air Maroc, foi apontada pelo Embaixador como um “verdadeiro sucesso comercial”.
“A satisfação com todos esses indicadores só é comparável à ambição de Marrocos de avançar e construir uma parceria estratégica abrangente e mutuamente benéfica com o Brasil”, concluiu Adghoghi.
Representando o Ministério das Relações Exteriores, o Secretário para África e Oriente Médio, Carlos Duarte, destacou a visita do Rei Mohammed VI ao Brasil, em 2004, que, segundo ele, “marcou um ponto de virada em nossas relações, agora caracterizadas por uma agenda bilateral diversificada e um diálogo construtivo em organismos multilaterais”.
Duarte ressaltou ainda a expansão das visitas de alto nível, do comércio e dos investimentos e defendeu o fortalecimento das conexões aéreas e marítimas entre os dois países. Também reafirmou o interesse do Brasil em aprofundar a parceria com o Marrocos, país considerado um importante parceiro econômico e estratégico brasileiro no continente africano.

Geórgia e Peru fortalecem relações diplomáticas
Países destacam diálogo político, cooperação e respeito à soberania e à integridade territorial da Geórgia
A Geórgia e o Peru reafirmaram o compromisso de ampliar e aprofundar as relações diplomáticas bilaterais durante reunião realizada em Lima, em 28 de julho, quando ocorreu visita oficial do Embaixador da Geórgia no Peru, com residência em Brasília, Zurab Mchedlishvili, à capital peruana.
Durante a agenda, o diplomata georgiano manteve reuniões com o Vice-Ministro das Relações Exteriores do Peru, Eric Anderson, e representantes de diferentes áreas do Ministério das Relações Exteriores. As conversas trataram das perspectivas de desenvolvimento da cooperação bilateral e da continuidade do diálogo entre os dois governos.
Destacou-se, entre os temas abordados, o apoio do Peru à soberania e à integridade territorial da Geórgia, posição considerada por Tbilisi um importante elemento para o fortalecimento, a consolidadção dos vínculos entre os dois países. O embaixador Mchedlishvili expressou seu agradecimento pela postura adotada pelo Peru e pelo apoio manifestado nas relações diplomáticas com a Geórgia.
As relações entre os dois países também se desenvolvem por meio do diálogo político e da cooperação em organismos e espaços multilaterais. Apesar da distância geográfica, Geórgia e Peru mantêm canais diplomáticos voltados à identificação de novas oportunidades de colaboração e à ampliação de seus vínculos.

Astana transforma o Cazaquistão na capital mundial do esporte do futuro
Jogos do Futuro 2026 reúnem atletas de dezenas de países em uma competição inédita que combina esportes tradicionais, eSports e tecnologia, projetando o Cazaquistão como referência global em inovação e diplomacia esportiva.
A capital do Cazaquistão tornou-se o epicentro da inovação esportiva mundial ao sediar os Jogos do Futuro 2026 (Games of the Future), competição internacional realizada entre 29 de julho e 9 de agosto que reúne atletas de dezenas de países em um formato inédito: a integração entre modalidades esportivas tradicionais e competições virtuais, por meio do conceito phygital, que une os mundos físico e digital.
O evento representa uma nova geração de competições esportivas, em que os participantes precisam demonstrar habilidades tanto em ambientes virtuais quanto nas disputas presenciais. Em diversas modalidades, os atletas iniciam a competição em plataformas digitais e concluem a disputa em arenas físicas, exigindo preparo técnico, estratégia e desempenho atlético.
Ao longo de quase duas semanas, Astana recebe centenas de atletas, delegações oficiais, especialistas em tecnologia, investidores e representantes de organizações esportivas internacionais. Além da competição, o evento promove debates sobre inovação, inteligência artificial, transformação digital e o futuro da indústria do esporte.
O presidente do Cazaquistão, Kassym-Jomart Tokayev, abriu oficialmente os Jogos do Futuro 2026 destacando o significado histórico do evento para a cooperação internacional. “É com grande satisfação que os recebo em Astana para a abertura dos ‘Jogos do Futuro – 2026’. Este é um acontecimento histórico que fortalece a amizade entre nossos países”, afirmou.
Em seu discurso, Tokayev ressaltou a transformação digital vivida pelo Cazaquistão, impulsionada por avanços na inteligência artificial, pela aprovação do Código Digital e por reformas voltadas ao desenvolvimento tecnológico. O presidente também anunciou que 2026 foi declarado o Ano da Digitalização e da Inteligência Artificial, citando projetos estratégicos como a criação da Universidade de Inteligência Artificial, em Astana, um festival internacional de cinema com uso de redes neurais e a realização de um campeonato mundial de eSports no próximo ano.
A programação inclui modalidades que combinam futebol, basquete, artes marciais, dança e outras competições em versões híbridas, nas quais a pontuação é definida pela soma do desempenho virtual e físico. O formato evidencia a rápida transformação do esporte diante do avanço das tecnologias digitais e da crescente popularidade dos eSports.
Mais do que um grande evento esportivo, os Jogos do Futuro consolidam o Cazaquistão como um importante polo de tecnologia e inovação. Nos últimos anos, o país vem investindo em infraestrutura digital, inteligência artificial, cidades inteligentes e na realização de grandes eventos internacionais como estratégia para ampliar sua presença no cenário global.
A escolha de Astana como sede reforça ainda o papel da diplomacia esportiva como instrumento de aproximação entre nações. Ao reunir atletas, empresas de tecnologia, universidades, governos e organizações internacionais, os Jogos criam um ambiente propício para o intercâmbio de conhecimento, a promoção de investimentos e o fortalecimento das relações internacionais.
Com transmissão para diversos países e crescente interesse do público mundial, os Jogos do Futuro 2026 demonstram que a convergência entre esporte e tecnologia já deixou de ser uma tendência para se tornar uma realidade. Astana entra definitivamente no mapa dos grandes eventos globais, apresentando ao mundo um novo modelo de competição que poderá influenciar o futuro do esporte nas próximas décadas.

Brasil amplia sua presença na Lista do Patrimônio Mundial
Teatro Amazonas e Theatro da Paz passam a integrar a Lista do Patrimônio Mundial da Unesco, reforçando como referência global em cultura, história e cooperação internacional
A cultura brasileira alcançou um novo marco no cenário internacional. Durante a 48ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial da Unesco, realizada em Busan, na República da Coreia, no dia 27 de julho, os históricos Teatro Amazonas, em Manaus, e Theatro da Paz, em Belém, no Pará, foram oficialmente inscritos na Lista do Patrimônio Mundial. O reconhecimento representa mais do que a preservação de dois dos mais importantes monumentos culturais do Brasil.
Construídos durante o Ciclo da Borracha, no final do século XIX, os dois teatros simbolizam um período de extraordinária prosperidade econômica e intensa abertura das duas regiões ao mundo. A riqueza gerada pelo comércio internacional da borracha permitiu a construção de edifícios inspirados na arquitetura europeia, mas profundamente conectados à identidade amazônica por meio de seus materiais, artistas, elementos decorativos e manifestações culturais.
Inaugurado em 1878, o Theatro da Paz, tornou-se um dos principais centros artísticos da região Norte e testemunhou a intensa circulação de companhias líricas, músicos e intelectuais vindos da Europa e de diversas partes das Américas. Poucos anos depois, em 1896, o Teatro Amazonas abriu suas portas em Manaus, tornando-se um símbolo da prosperidade amazônica e uma das mais emblemáticas obras arquitetônicas do continente sul-americano.
Ao reconhecer os dois edifícios como um único bem cultural, a Unesco ressaltou que eles representam um projeto histórico compartilhado de modernização urbana e de integração da Amazônia aos circuitos internacionais da economia, da cultura e das artes. Os teatros refletem um momento singular em que cidades amazônicas dialogavam diretamente com importantes capitais europeias, recebendo artistas, arquitetos e companhias internacionais.
Diplomacia cultural e desenvolvimento sustentável
A inscrição dos Teatros da Amazônia fortalece a diplomacia cultural brasileira e amplia as oportunidades de cooperação internacional em áreas como preservação do patrimônio, turismo sustentável, economia criativa e intercâmbio artístico.
O reconhecimento também ocorre em um momento estratégico para a região amazônica, que concentra as atenções da comunidade internacional em temas relacionados à sustentabilidade, à biodiversidade e ao desenvolvimento inclusivo. Nesse contexto, cultura e patrimônio passam a ocupar posição central como instrumentos de diálogo entre nações e de valorização das identidades locais.
Além de ampliar sua projeção internacional, Manaus e Belém passam a integrar um seleto grupo de cidades que abrigam bens considerados de Valor Universal Excepcional, título concedido apenas a locais cuja importância transcende fronteiras nacionais e pertence à humanidade como um todo.
Novos patrimônios reconhecidos em 2026
Entre os destaques estão:
Teatros da Amazônia – Brasil;
Paisagens Militares Maratas – Índia;
Tumbas Imperiais de Xixia – China;
Paisagem Cultural do Monte Mulanje – Malawi;
Parque Florestal do Instituto de Pesquisa Florestal da Malásia (FRIM) – Malásia;
Petróglifos do riacho Bangucheon – República da Coreia;
Sardes e os Túmulos da Lídia, em Bin Tepe – Turquia;
Paisagem Paleolítica de Faya – Emirados Árabes Unidos;
Sítios Pré-históricos do Vale de Khorramabad – Irã.

Sudão, berço do cultivo do algodão: poderá o “ouro branco” recuperar sua glória com apoio brasileiro?
Ahmed Swar – Embaixador do Sudão no Brasil
Acredita-se que o cultivo do algodão tenha surgido em cinco grandes regiões do mundo: o deserto australiano, as zonas áridas da América do Sul, as bordas dos desertos do Norte e do Sul da África, o deserto árabe e as regiões do sudeste asiático, incluindo a Índia. No Sudão, o algodão foi introduzido entre 1862 e 1865 pelo governador Mumtaz Pasha, vindo do Egito. As primeiras experiências de cultivo ocorreram nas regiões de Zeidab e Alayab, no norte do país, com o apoio de especialistas norte-americanos.
O cultivo rapidamente se expandiu durante o período do Condomínio Anglo-Egípcio, com a criação de grandes projetos agrícolas. Destaca-se o Projeto Gezira, com cerca de um milhão de feddans, além da construção da Barragem de Sennar e de uma rede ferroviária de mais de dois mil quilômetros para apoiar o transporte e a exportação da produção. Assim, o algodão tornou-se o principal produto de exportação do Sudão, passando a ser conhecido como o “ouro branco”.
Após a independência, os governos nacionais ampliaram as áreas cultivadas, especialmente no Delta de Tokar, nos projetos agrícolas das Montanhas Nuba e em outras regiões produtivas. O país passou a produzir variedades de algodão de fibra longa e curta, ao mesmo tempo em que foram instalados descaroçadoras e fábricas de fiação e tecelagem próximas às áreas de produção.
Desde a criação do Projeto Gezira, em 1925, o algodão consolidou-se como a principal cultura comercial do Sudão e um dos pilares da economia nacional. Nas primeiras décadas pós-independência, chegou a representar cerca de 70% das receitas em moeda estrangeira do país, financiando projetos de desenvolvimento e serviços públicos essenciais, como educação, saúde e infraestrutura.
Entretanto, o setor enfrentou diversos desafios ao longo das últimas décadas. Entre eles destacam-se o surgimento da indústria petrolífera, a crescente utilização de fibras sintéticas derivadas da petroquímica, como o poliéster, e o aumento dos custos de produção. No contexto sudanês, somaram-se ainda fatores como a instabilidade política, a insuficiência de financiamento agrícola, a deterioração da infraestrutura, os problemas dos sistemas de irrigação e a limitada incorporação de tecnologias modernas e de pesquisa científica.
Apesar desses obstáculos, a liberalização do setor algodoeiro e a abertura para investimentos privados e estrangeiros criaram oportunidades para sua recuperação. Além disso, o Sudão dispõe de importantes vantagens comparativas, entre elas condições climáticas favoráveis, solos férteis, abundância de recursos hídricos e uma área agricultável superior a 200 milhões de feddans. Soma-se a isso sua localização estratégica, próxima aos mercados internacionais e com acesso ao Mar Vermelho, uma das mais importantes rotas comerciais do mundo.
Nesse contexto, torna-se particularmente relevante fortalecer a cooperação com o Brasil no âmbito da Cooperação Sul-Sul e das parcerias entre a África e a América Latina. O Brasil alcançou avanços notáveis na cotonicultura e consolidou-se como um dos maiores produtores e exportadores mundiais de algodão, graças ao desenvolvimento científico e tecnológico liderado pela Embrapa.
A experiência brasileira na criação de variedades de algodão de alta produtividade, resistentes a pragas e doenças e adaptadas às condições de seca, oferece uma oportunidade valiosa para o Sudão. A cooperação bilateral poderia abranger programas conjuntos de produção de sementes melhoradas, transferência de tecnologias de melhoramento genético, capacitação de pesquisadores e adoção de práticas de agricultura inteligente, contribuindo para o aumento da produtividade e da competitividade do algodão sudanês nos mercados internacionais.
O Sudão também dispõe de grandes projetos agrícolas que podem servir como porta de entrada para investimentos conjuntos, como o Projeto Gezira, o Projeto Agrícola Rahad, o Projeto Nova Halfa e o Delta de Tokar. Essas áreas contam com extensas terras cultiváveis, sistemas de irrigação consolidados e grande potencial para a introdução de tecnologias agrícolas modernas.
A revitalização do setor algodoeiro não significa apenas o aumento das exportações agrícolas. Trata-se de uma oportunidade para construir uma cadeia de valor integrada, abrangendo o cultivo, o beneficiamento, a fiação, a tecelagem e as indústrias de transformação. Tal estratégia poderá ampliar as receitas do país, gerar empregos para a juventude sudanesa e impulsionar o desenvolvimento econômico sustentável.
O algodão foi, no passado, um dos principais pilares da economia do Sudão. As condições fundamentais para sua recuperação continuam presentes. Com investimentos adequados, adoção de tecnologias modernas e aproveitamento de experiências internacionais bem-sucedidas — especialmente a brasileira —, o “ouro branco” poderá recuperar seu papel histórico e voltar a ser um importante motor de crescimento e desenvolvimento para o país.
Espera-se que o Brasil, reconhecido por sua experiência em cooperação para o desenvolvimento e por suas sólidas parcerias com os países africanos, responda positivamente às oportunidades existentes, contribuindo para o fortalecimento das relações bilaterais e para o avanço da agricultura e da segurança alimentar no continente africano.