ELEIÇÃO DE 2026 ENTRA NA RETA DE DEFINIÇÕES E REDESENHA TABULEIRO PRESIDENCIAL
- 6 de ago.
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Vice de Zema, recuo de Aécio e disputas internas mostram partidos correndo para fechar estratégias

Imagem: Ricardo Stuckert/PR
A corrida presidencial de 2026 começa a deixar o terreno das especulações e entrar na fase das definições partidárias.
Romeu Zema terá o senador Eduardo Girão como candidato a vice-presidente em sua chapa. Com a decisão, Girão abandona sua intenção de concorrer ao governo do Ceará.
Ao mesmo tempo, o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, decidiu não disputar cargo eletivo neste ano, interrompendo uma sequência de quatro décadas participando de eleições e ocupando mandatos.
Em Minas Gerais, outro capítulo aumenta a turbulência: Cleitinho voltou a defender publicamente sua candidatura ao governo estadual depois de ter anunciado que desistiria da disputa, enquanto a direção nacional do Republicanos sustenta que a decisão partidária já estaria tomada.
Os movimentos mostram uma característica cada vez mais evidente da eleição de 2026: as chapas nacionais dependem diretamente das negociações estaduais, e cada candidatura presidencial provoca uma sequência de rearranjos nos estados.
A eleição já começou nos bastidores. Agora, partidos e candidatos correm para transformar alianças, desistências e negociações em palanques capazes de chegar competitivos às urnas.



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